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Carlos Bolsonaro critica restrições e aparato policial na internação de Bolsonaro no Natal, acusa proibição de objetos pessoais e ambiente intimidatório

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Carlos Bolsonaro afirma que a internação de Bolsonaro teve, segundo ele, excesso de restrições e um esquema de segurança que gerou clima intimidatório em plena data natalina

O vereador Carlos Bolsonaro publicou em redes sociais críticas à movimentação em torno da internação do ex-presidente, afirmando que as medidas aplicadas extrapolam o razoável.

Ele citou proibições a acompanhantes e a retirada de objetos pessoais, e classificou o ambiente como propositalmente intimidador.

As informações sobre a internação e a cirurgia foram divulgadas em boletim médico, conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo.

As críticas e as alegações do vereador

Carlos Bolsonaro afirmou que a movimentação em torno do procedimento “ultrapassa qualquer limite razoável”, e disse que a rotina de restrições se repete dia após dia.

Em postagem, o vereador relatou que chegaram a ser impostas restrições incomuns a acompanhantes, incluindo a proibição do uso de objetos pessoais, como relógio de pulso, e descreveu o cenário como intimidatório e proposital.

Segurança e decisão judicial citada

O ex-presidente, conforme o boletim e relatos, permanece sob vigilância permanente, com a obra de segurança mencionada na publicação.

Na prática, segundo as informações recebidas, Jair Bolsonaro “segue internado sob vigilância de dois agentes da Polícia Federal, 24h por dia, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)”.

Boletim médico e detalhes da cirurgia

O boletim médico divulgado informa que Jair Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de herniorrafia inguinal bilateral, realizada conforme o previsto e sem intercorrências.

A nota aponta que o ex-presidente segue em cuidados pós-operatórios com uso de analgésicos, fisioterapia motora e medidas de prevenção de trombose venosa, e que há avaliação sobre a necessidade de novo procedimento para tratar soluços persistentes.

A nota é assinada pelos médicos Cláudio Birolini, Leandro Echenique, Brasil Caiado e pelo diretor-geral Allisson B. Barcelos Borges.

Repercussão e contexto

O tom da crítica se intensificou ao mencionar o simbolismo da data natalina e os valores religiosos, e ao qualificar a situação como parte de uma perseguição persistente contra o ex-presidente.

Fontes e leitores podem acompanhar os desdobramentos, tanto sobre o quadro clínico, quanto sobre eventuais decisões de segurança e restrições adotadas durante a internação.

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