HomeBlogImpostos 2026, CBS e IBS: por que empresas afirmam que novas taxas...

Impostos 2026, CBS e IBS: por que empresas afirmam que novas taxas vão transformar o país em um manicômio tributário e elevar custos operacionais

Data:

Posts Relacionados

Impostos 2026 pressionam empresas com a chegada da Contribuição sobre Bens e Serviços, do IBS e dos tributos já existentes, aumentando burocracia e horas gastas em compliance

O setor privado alerta para uma onda de complexidade tributária em 2026, quando entram em cena novos tributos e permanecem tributos estaduais e federais, elevando custos administrativos.

Além de novo desenho, empresas terão de calcular obrigações adicionais, mesmo antes de qualquer recolhimento efetivo, o que amplia demandas por controles e consultoria fiscal.

Conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo, líderes empresariais e comentaristas já falam em um verdadeiro aumento da carga burocrática e de custos no próximo ano.

O que muda na estrutura de tributos

Segundo a avaliação de representantes do setor, a proposta prevê a coexistência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) com tributos já vigentes, como ICMS e IPI. Isso significa que, a partir de 2026, empresas terão mais bases de cálculo e regras distintas a seguir.

Na prática, mesmo que o recolhimento ainda não ocorra de imediato, as empresas terão que fazer, calcular, adaptar sistemas e treinar equipes, o que aumenta o custo operacional e o tempo gasto em compliance.

Impacto no dia a dia das empresas

O Banco Mundial mostrou que, antes da reforma tributária, empresas brasileiras gastavam em média 1.500 horas por ano para preparar o pagamento dos impostos. Esse número ilustra a já elevada carga administrativa, que tende a crescer com novas obrigações.

Para micro e pequenas empresas, a multiplicação de regras pode significar contratar assessoria, investir em sistemas fiscais e, em muitos casos, reduzir o foco em vendas e inovação, por conta do tempo gasto em questões tributárias.

Argumentos sobre receita, gasto público e produtividade

Comentadores apontam que a cobrança excessiva pode ter efeito negativo sobre a atividade econômica. A referência à Curva de Laffer é usada para lembrar que, quando a tributação fica elevada demais, a produção e o pagamento de impostos podem cair.

Também são citadas críticas ao aumento de gasto público, com menções a quase 40 ministérios e ao crescimento de despesas, além de exemplos sociais, como a linha sobre que Treze estados do norte e nordeste têm mais Bolsa Família do que carteira assinada, como indicativo de desafios estruturais ligados ao mercado de trabalho.

O que especialistas e empresas recomendam

Empresários pedem simplificação, transparência e prazos para adaptação, além de processos de transição que reduzam o impacto imediato sobre caixa e operações.

Para o setor público, a sugestão é priorizar a melhoria de serviços essenciais, como saúde e educação, em vez de ampliar gastos com propaganda, segundo vozes do mercado, de modo a justificar melhor a tributação cobrada.

Com o avanço das mudanças, a expectativa é que debates sobre simplificação fiscal, modernização de sistemas eletrônicos e compensações setoriais ganhem intensidade ao longo de 2026.

Recentes

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

O Informativo Brasil
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.