Abertura de 2026 mostra o dólar em queda, se distanciando de R$ 5,50 e contribuindo para a alta do Ibovespa, confira números de abertura e cenário para o dólar hoje
O dólar abriu 2026 em movimento de queda, recuando desde o início da sessão e se afastando do patamar de R$ 5,50.
Às 10h03, a moeda norte-americana recuava 0,95% e era comercializada por R$ 5,437, enquanto o principal índice da bolsa brasileira operava em alta.
Os dados de abertura mostram um início de ano menos volátil para o câmbio e um Ibovespa sustentado acima de 160 mil pontos, conforme informação divulgada pelo UOL.
Às 10h03, a moeda norte-americana recuava 0,95% e era comercializada por R$ 5,437, e a baixa se ampliou ao longo da manhã, chegando a superar 1% pouco antes das 10h.
Por que o dólar cai na abertura
O recuo do dólar reflete um ajuste após forte queda no ano anterior e menor pressão vinda de fatores domésticos e externos no curto prazo.
Em 2025, a moeda dos EUA fechou 2025 com queda de 11,2% ante o real, depois de recuar de R$ 6,18 para R$ 5,489, o que configurou a maior queda anual do dólar frente ao real desde 2016.
Desempenho recente e influência da Ptax
No final de 2025, a divisa subiu 2,88% em dezembro e quase fechou o ano acima de R$ 5,50, movimento que foi contido pela formação da Ptax.
Em reação à Ptax, a alta de dezembro foi contida pela queda de 1,47% do dólar no último pregão do ano, evento que costuma trazer mais oscilação para a cotação dos ativos.
Bolsa em alta, Ibovespa sustenta mais de 160 mil pontos
O Ibovespa acompanhou o movimento positivo nos primeiros negócios de 2026 e se manteve acima dos 160 mil pontos, com investidores renovando apetite por risco.
Às 10h21, o índice apresenta variação positiva e 0,42%, aos 161.799,42 pontos, e o desempenho de 2025, quando a Bolsa acumulou alta de 34%, segue como referência para a atratividade dos ativos.
O que observar a seguir
No curto prazo, vale monitorar a divulgação de indicadores econômicos e a formação diária da Ptax, que podem trazer novas oscilações para o dólar hoje.
Também é importante acompanhar fluxos de capital estrangeiro e decisões de política econômica que influenciam a percepção sobre risco e retorno no país.