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Trump anuncia expansão das operações contra cartéis por terra, diz que foco será rotas terrestres e fentanil após captura de Maduro, cita México e militares

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Após ação que tirou Nicolás Maduro do poder, Trump promete ampliar a operação contra cartéis por terra, mirando rotas terrestres, México e o tráfico de fentanil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que vai ampliar a operação contra cartéis para além do combate marítimo, com ataques por terra contra rotas e estruturas dos grupos criminosos.

Segundo o próprio Trump, a mudança de foco ocorrerá após a operação que removeu o então ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e após sucessos no controle das rotas marítimas.

Conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo.

Detalhes da operação que resultou na captura de Maduro

Trump relatou que a intervenção em Caracas foi complexa, porque, segundo ele, “a casa de Maduro ficava no meio de um forte, com milhares de pessoas e soldados”.

O presidente afirmou, citando militares e aliados, que a entrada foi coordenada e que houve êxito sem perdas americanas, elogiando o papel de oficiais, “o General ‘Razin Caine’ e Pete Hegseth foram fantásticos”.

Sobre perdas entre militares cubanos envolvidos na operação, Trump disse, “Nem quero dizer quantos, mas foram dizimados”.

Motivação para atacar por terra e foco no México

Trump afirmou que já “Eliminamos 97% das drogas que entram por via marítima e agora vamos começar a atacar por terra”, citando o México como exemplo do alcance dos cartéis.

Na mesma entrevista, ele disse que “Os cartéis estão governando o México. É muito, muito triste ver e perceber o que aconteceu naquele país. Mas os cartéis o estão governando e estão matando de 250 mil a 300 mil pessoas em nosso país todos os anos”.

Essas declarações reiteram a prioridade dada pelo governo americano ao combate ao fentanil e ao tráfico transnacional, com ênfase em operações que alcancem rotas terrestres e células de comando dos cartéis.

Reação do México e limites diplomáticos

A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, rejeitou propostas de intervenção direta, afirmando que o México é um país soberano e que seu Executivo aposta em uma “solução pacífica” para enfrentar o crime organizado.

A posição mexicana coloca um limite diplomático, caso Washington deseje ampliar ações militares no território mexicano, e aponta para um dilema entre medidas unilaterais e cooperação bilateral.

Contexto, riscos e próximos passos

Desde o início do segundo mandato, Trump tem repetido que combaterá com força total o tráfico de drogas, especialmente o de fentanil procedente do México, e se ofereceu para enviar o Exército americano para atacar o narcotráfico.

O anúncio de expansão da operação contra cartéis por terra eleva a tensão na região, porque envolve soberania, riscos de confrontos e a necessidade de coordenação com países vizinhos.

Ao justificar a medida, o presidente citou resultados anteriores e exigiu mais ações para interromper fluxos de droga, ao mesmo tempo em que enfatizou o uso de capacidade militar americana para defender a chamada Segurança nacional.

Especialistas em segurança e diplomacia acompanham os próximos movimentos, avaliando se haverá escalada, operações transfronteiriças autorizadas por parceiros, ou um reforço em ações conjuntas de inteligência e controle de fronteiras.

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