Pesquisa aponta que 56% entendem que Lula não merece reeleição, 40% defendem continuidade, 4% não souberam, margem de erro de 2 pontos
A maior parte dos entrevistados considera que o presidente não tem mérito para um novo mandato, segundo levantamento recente.
O resultado mostra uma percepção pública mais crítica sobre a continuidade do governo, com números que se mantêm estáveis dentro da margem de erro.
Os dados e os percentuais detalhados em seguida foram divulgados pela pesquisa Genial/Quaest.
conforme informação divulgada pela pesquisa Genial/Quaest.
O que os números mostram
Na pergunta sobre merecimento de mais quatro anos, 56% dos entrevistados responderam que o presidente não tem mérito, enquanto 40% defenderam a continuidade e 4% não souberam ou não quiseram responder.
Na avaliação do governo, a aprovação ficou em 47% e a desaprovação em 49%, com a margem de erro de dois pontos percentuais, o que mantém o empate técnico observado desde outubro do ano passado.
Evolução da popularidade
A recuperação de popularidade parece ter estagnado abaixo do patamar registrado em dezembro de 2024, quando a aprovação atingiu 52%.
No pior momento, em maio de 2025, a desaprovação chegou a 57%, segundo os mesmos parâmetros da pesquisa, mostrando flutuações importantes no apoio ao governo.
Avaliação qualitativa da gestão
Sobre as categorias de avaliação, 39% classificaram a gestão como “negativa”, com variação de um ponto para cima em relação ao mês anterior.
A avaliação “positiva” caiu dois pontos, para 32%, e quem considera o governo “regular” subiu para 27%, indicando maior parcela de opiniões intermediárias.
Metodologia e alcance
A pesquisa Quaest realizou 2.004 entrevistas presenciais com brasileiros de 16 anos ou mais, entre os dias 8 e 11 de janeiro de 2026.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%, com registro no TSE sob o número 00835/2026.
Os números oferecem um retrato atual da percepção pública sobre o governo e sobre a questão da reeleição, e serão observados por partidos e analistas à medida que a disputa política se desenrola para 2026.