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Defesa de Bolsonaro pede autorização para assistência religiosa de padre Paulo M. Silva na Papudinha, após Moraes permitir visitas semanais de líderes evangélicos

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Pedido solicita inclusão do padre Paulo M. Silva na assistência religiosa já autorizada para Jair Bolsonaro na Sala de Estado-Maior do 19º Batalhão, a Papudinha

A defesa de Jair Bolsonaro protocolou, nesta segunda-feira (26), um pedido ao Supremo Tribunal Federal para que o ex-presidente passe a receber assistência religiosa de um padre identificado como Paulo M. Silva.

O pedido busca a inclusão do sacerdote no mesmo esquema de visitas e condições já autorizadas para outros líderes religiosos que têm acesso a Bolsonaro na unidade militar.

A solicitação foi feita depois que o ministro Alexandre de Moraes autorizou, ao determinar a transferência de Bolsonaro para uma Sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, as visitas semanais do bispo Robson Rodovalho e do pastor Thiago Manzoni.

conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo.

O que pede a defesa

No documento, os advogados pedem que o padre Paulo M. Silva seja incluído no “âmbito da assistência religiosa já deferida nestes autos, a ser realizada nos mesmos dias e condições previamente autorizados”.

O requerimento solicita que as visitas sejam feitas nos mesmos horários e com as mesmas regras aplicadas aos demais líderes religiosos autorizados a encontrar o ex-presidente.

Transferência para a Papudinha e regras de visita

No último dia 15, o ministro Alexandre de Moraes determinou a transferência de Bolsonaro para a Sala de Estado-Maior no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecida como Papudinha, em Brasília.

Na ocasião, Moraes autorizou as visitas semanais do bispo Robson Rodovalho e do pastor Thiago Manzoni, e também pediu que a direção da Papudinha envie relatórios sobre a rotina do detento.

Contexto processual e pedidos anteriores

Bolsonaro esteve em prisão domiciliar de 4 de agosto até 22 de novembro, quando foi preso preventivamente por tentar violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda.

A detenção ocorreu no âmbito do inquérito que apura a atuação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, e, no dia 25 de novembro, Moraes “encerrou a ação penal da suposta tentativa de golpe de Estado e determinou o cumprimento imediato da pena de 27 anos e três meses de prisão de Bolsonaro”.

A defesa já apresentou diversos pedidos de prisão domiciliar humanitária, pedidos esses que foram negados por Moraes, e agora tenta garantir a ampliação da assistência religiosa com a inclusão do padre Paulo.

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