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Moraes nega reunião com Vorcaro, chama reportagem de ‘falsa e mentirosa’ e diz que há ‘padrão criminoso de ataques’, enquanto contratos do Banco Master seguem sob investigação

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Moraes nega reunião com Vorcaro e, em nota do STF, afirma que o encontro não ocorreu, diante de apurações sobre contratos de R$ 250 mil mensais, mais de R$ 6 milhões e R$ 129 milhões na teia do Banco Master

O ministro Alexandre de Moraes negou ter se reunido com o banqueiro Daniel Vorcaro, após reportagem que afirmou que o encontro teria ocorrido na mansão do empresário em Brasília, em 2025.

Em resposta institucional, a assessoria do Supremo afirmou que a notícia é “falsa e mentirosa” e classificou as publicações como um “padrão criminoso de ataques” contra membros da Corte.

As informações que motivaram a nota também citam contratos e pagamentos envolvendo o Banco Master, em meio a investigação federal sobre vendas de carteiras de crédito, conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo.

Negativa formal e frase exata da assessoria do STF

A Secretaria de Comunicação do STF informou, em nota, que “Essa reunião não ocorreu e, lamentavelmente, segue um padrão criminoso de ataques desqualificados contra os integrantes do Supremo Tribunal Federal“.

Além de classificar a reportagem como inverídica, a Corte usou o termo “falsa e mentirosa” para se referir à publicação sobre o suposto encontro entre Moraes e Vorcaro.

Contratos ligados ao Banco Master e pagamentos revelados

Reportagens recentes apontaram que o Banco Master manteve um contrato de R$ 250 mil mensais com o escritório da família do ex-ministro Ricardo Lewandowski, em um contrato que, segundo a apuração, teria rendido mais de R$ 6 milhões no período de agosto de 2023 a setembro de 2025.

Lewandowski confirmou a existência do contrato, e o Ministério da Justiça divulgou que “A decisão de Lewandowski de deixar o Ministério da Justiça se deu por motivos pessoais e pela convicção do então ministro de seguir outros projetos acadêmicos e profissionais“.

Valores maiores e envolvimento da família de Moraes

A investigação envolvendo o Banco Master também trouxe à tona, de acordo com provas apreendidas pela Polícia Federal, um contrato da esposa de Moraes que previa o pagamento de R$ 129 milhões em três anos, apreendido na operação Compliance Zero, no final de 2025.

Esses elementos intensificaram o escrutínio público e motivaram respostas formais da Corte, diante da repercussão midiática sobre relações entre ministros do STF e atores ligados ao caso Master.

Investigação da Polícia Federal e impacto financeiro

O Banco Master é alvo de apuração da Polícia Federal sobre a venda de carteiras de crédito supostamente fraudulentas ao BRB, operação que pode envolver até R$ 12 bilhões em ativos, segundo as investigações citadas pela imprensa.

O desfecho da apuração levou à liquidação do banco pelo Banco Central, enquanto autoridades e veículos de imprensa seguem checando contratos, pagamentos e possíveis conflitos de interesse relacionados ao caso.

O episódio coloca em foco a relação entre apurações jornalísticas e respostas institucionais, com o STF afirmando a inexistência da reunião e classificando as publicações como parte de um padrão de ataques, e investigadores detalhando contratos e valores vinculados ao Banco Master.

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