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Donald Trump e a preocupação com recessão iminente, pressão por cortes de juros, queda nas vendas de caminhões e alta do desemprego em 2025, Powell 2026

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Com tensão entre Donald Trump e Jerome Powell, sinais como queda de vendas de caminhões, alta do desemprego e déficit de US$ 2 trilhões alimentam o debate sobre uma recessão iminente

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem pressionado por uma política monetária mais frouxa e por cortes mais agressivos nas taxas de juros, em confronto direto com Jerome Powell, presidente do Federal Reserve.

Esse embate ocorre em um momento de dados econômicos que mostram arrefecimento, e levanta dúvidas sobre se o governo está recebendo sinais de uma possível recessão iminente.

As informações citadas a seguir foram publicadas pela Gazeta do Povo, e trazem indicadores e análises que explicam por que o mercado monitora a relação entre Executivo e banco central com atenção, conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo.

Tensão política e risco à independência do Fed

A pressão pública de Donald Trump por cortes de juros intensificou a tensão com Jerome Powell</b

, alimentando preocupações sobre uma eventual redução da independência do Federal Reserve. Analistas alertam que esse cenário se torna mais sensível porque, em maio de 2026, encerra-se o mandato de Powell.

O mercado financeiro monitora a possibilidade de intervenções políticas sobre decisões monetárias, em um momento já institucionalmente delicado.

Sinais econômicos que acendem o alerta

Há, de fato, indicadores que apontam para um esfriamento da economia americana. Por exemplo, a venda de caminhões pesados, tradicionalmente um indicador antecedente de recessões, “recua 31% na comparação entre os meses de novembro de 2024 e 2025”.

Do lado do mercado de trabalho, “desde maio, o crescimento do número de trabalhadores (exceto trabalhadores rurais) é nulo e, devido a esse fato, a taxa de desemprego subiu de 4% para 4,4% ao longo de 2025”. Esses dados reforçam sinais de perda de dinamismo.

IA, déficit fiscal e o espaço reduzido para estímulos

Os volumosos investimentos em inteligência artificial sustentaram parte do crescimento recente da economia, mas, ao excluir esse vetor, cresce a probabilidade de que os EUA já estejam entrando em uma recessão iminente.

Ao mesmo tempo, o governo opera com um déficit fiscal próximo de US$ 2 trilhões, o que limita o espaço para novos estímulos sem pressionar ainda mais a dívida pública.

Essa combinação de fraqueza cíclica fora do setor de IA e restrições fiscais reforça por que Trump tem pedido medidas mais favoráveis ao crescimento, incluindo cortes de juros.

O que dizer sobre as perspectivas

Para analistas consultados pela Gazeta do Povo, o quadro econômico indica maior probabilidade de uma recessão leve se o crescimento continuar dependente apenas de setores específicos, como a IA.

Raphael Cordeiro, diretor de Investimentos da Zelen Family Office, destaca os números e o contexto institucional como fatores que explicam a preocupação com uma possível recessão iminente.

Em síntese, a combinação de indicadores fracos, pressão política sobre o Federal Reserve e espaço fiscal limitado explica por que a relação entre Trump e Powell ganhou tanta atenção no mercado e na imprensa.

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