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Tok Skinny: a onda perigosa que prega a obsessão pela magreza na Internet | Carta do médico

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Glorificação da magreza nas redes: risco de distúrbios mentais e nutricionais (Foto: GI/Getty Images)
ELE magreza Ele voltou ao centro do centro das atenções, mas não saudável. Nó Tiktok, Milhares de vídeos coletam imagens de corpos extremamente finos, acompanhados de frases como “não serem fracos, seja fino” ou “sofrem para ser perfeito”. Este fenômeno ficou conhecido como Tok Skinny.

Ele não é apenas um novo moda digital, Mas resgatar os antigos fantasmas de cultura de magreza, agora melhorado pelo enorme escopo das redes sociais.

Os vídeos refletem modelos corporais que não são apenas inatingíveis para a maioria das pessoas, mas também biologicamente incompatíveis com saúde. Isso gera conseqüências emocionais e físicas muito sérias.

No início dos anos 2000, os fóruns on -line defenderam a anorexia como um estilo de vida. Hoje, o Tok Skinny Parece mais disfarçado, mas igualmente perigoso.

Como adolescentes, o público desses vídeos, associa a magreza ao controle, sucesso e beleza, cria um relacionamento distorcido com comida e corpo.

Os amigos do ‘conselho’ parecem vir de inimigos: coma apenas uma vez por dia, beba líquidos para enganar a fome, cortar grupos de alimentos inteiros e um show desinformação.

É um tipo de conteúdo que promove Comportamento autodestrutivo. Este discurso, transmitido em larga escala, é um verdadeiro incitamento à anorexia, um Transtorno alimentar potencialmente fatal. E ignorar a obesidade é uma doença multifatorial, com fatores emocionais, genéticos, metabólicos e sociais envolvidos.

Os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que aproximadamente 4,7% da população brasileira sofre de algum distúrbio alimentar. Mas esse número pode ser ainda maior, pois muitos casos não são diagnosticados.

Você T distúrbios alimentares Múltiplas causas: envolvem fatores genéticos, psicológicos, pressões sociais e culturais. Mas não há dúvida de que a glorificação de extrema magreza nas redes sociais é hoje um dos principais gatilhos, especialmente entre os jovens em treinamento.

Estudos mostram que as meninas expostas a imagens idealizadas de magreza nas redes sociais têm um risco maior de desenvolver insatisfação corporal, o principal fator de risco para anorexia e bulimia. Restringir drasticamente os alimentos também pode levar a graves deficiências nutricionais, osteoporose precoce, perda de cabelo, alterações hormonais e problemas cardíacos.

Não estamos apenas falando sobre aparência. Existem riscos de auto -mutilação e suicídio: esse padrão coloca vidas em risco real.

Outro ponto crítico é o uso indiscriminado de medicamentos para perda de peso. Esses medicamentos não são mágicos; Eles têm indicações muito específicas e, quando usadas sem orientação, além de não resolver o problema, podem ter efeitos colaterais graves e até fazê -los perder tropas como um futuro recurso terapêutico.

Mais do que culpar as redes sociais ou usuários, é necessária uma abordagem integrada. Precisamos de políticas públicas para a educação em alimentos e corporais, precisamos de famílias atentas e profissionais de saúde qualificados para lidar com os casos já instalados.

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