A OCDE, uma organização de cooperação e desenvolvimento econômico, fornece a maior desaceleração na economia global da Covid. Mais uma vez, é culpa da guerra comercial de Donald Trump, que está subindo novamente com o aumento das taxas de aço e alumínio.
Investidores e economistas têm sido difíceis de medir os danos causados não apenas pelo aumento das tarifas, mas também devido à incerteza com a implementação das medidas mais radicais. Nisso, a tendência é que os investimentos são adiados.
Também nesta manhã, a zona do euro anunciou que a inflação do bloco caiu pela primeira vez de Covid para abaixo da meta de 2% por ano em maio, atingindo o nível de 1,9%. Os dados mostram que a pressão inflacionária esfriou de tal maneira que os preços devem estar solidamente abaixo do objetivo. Isso apoiaria novos cortes de interesse no bloco, se não fosse pela guerra comercial. O Banco Central Europeu se reúne nesta semana e deve reduzir as taxas de juros mais uma vez e depois fazer uma pausa.
Com sinais de resfriamento da economia global, os futuros americanos começam a cair na terça -feira, acompanhados por bolsas de estudos européias, que também produzem. A EWZ, um fundo que representa ações brasileiras em Nova York, afunda quase 1% antes do mercado.
Na agenda do dia, os aspectos mais proeminentes são a produção industrial de abril, que será lançada em breve às 9 da manhã nos Estados Unidos, os investidores se concentram no relatório Jolts, que mostra empregos abertos no país.