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Conheça os primeiros sinais de Alzheimer que ninguém pode ignorar

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Alzheimer É um doença neurodegenerativa Que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo aproximadamente 1,2 milhão de brasileiros.

Essa condição é caracterizada por uma diminuição progressiva nas funções cognitivas, o que tem um impacto significativo qualidade de vida de pacientes. Embora perda de memória seja o sintoma Mais reconhecido, existem outros sinais iniciais que podem indicar o desenvolvimento de doença.

Identifique o primeiro Os sintomas de Alzheimer É crucial buscar um diagnóstico precoce e implementar estratégias que possam atrasar a progressão da doença. A seguir, alguns dos sinais iniciais mais comuns que podem indicar a presença de Alzheimer.

Quais são os sinais iniciais de Alzheimer?

Os primeiros sinais de Alzheimer geralmente implicam o esquecimento que gera preocupação tanto no paciente quanto em suas famílias. Um exemplo clássico é a dificuldade de orientar em uma rota conhecida, que pode indicar uma perda cognitiva significativa. Esses esquecimentos, quando se tornam frequentes, são um aviso de que algo pode estar errado.

Conheça os primeiros sinais de Alzheimer que ninguém pode ignorar
Alzheimer – Créditos: depositphotos.com / Andrewlozovyi

Os principais sinais de Alzheimer incluem:

  • Perda de memória (especialmente informações recentes): É o sintoma mais comum e, muitas vezes, o primeiro a levar em consideração. A pessoa pode esquecer datas importantes, eventos recentes, conversas que acabaram de acontecer ou têm dificuldade em lembrar informações que acabaram de aprender. Pode haver repetição da mesma pergunta várias vezes.
  • Dificuldade em planejar ou resolver problemas: Problemas para seguir uma renda familiar, gerenciar contas mensais ou tratar tarefas que antes eram simples e usuais.
  • Dificuldade em executar tarefas familiares: A pessoa pode ter problemas com atividades diárias que já foram rotineiras, como levar a um local bem conhecido, organizar uma lista de compras ou as regras de um jogo.
  • Desorientação em relação ao tempo e local: Pode haver confusão sobre as datas, estações, a passagem do tempo ou até esquecer onde ou como ela atingiu um determinado lugar.
  • Problemas de linguagem (afasia): Dificuldade em encontrar as palavras certas para se expressar, chamando objetos com nomes incorretos ou tendo dificuldade em acompanhar ou inserir uma conversa.
  • Dificuldade em entender imagens visuais e relacionamentos espaciais: Problemas para ler, julgar distâncias, determinar cores ou contrastes. Em alguns casos, a pessoa pode não reconhecer sua própria imagem em um espelho.
  • Julgamento e tomada de decisão: Dificuldade em tomar decisões simples, mau julgamento ao lidar com dinheiro ou prestar menos atenção à higiene pessoal.
  • Humor ou balanços de personalidade: A pessoa pode ser mais irritante, apática, ansiosa, deprimida ou se afastar das atividades sociais e familiares que eles já gostaram.
  • Perda de iniciativa: A pessoa pode demonstrar desinteresse na realização de atividades, hobbies ou participação de interações sociais.

É importante enfatizar que nem toda a memória cognitiva ou perdas de dificuldade são causadas pela Alzheimer. Freqüentemente, esses sintomas podem ser o resultado de outras condições (como os efeitos colaterais de medicamentos, vitaminas ou depressão) que são reversíveis. Portanto, é essencial procurar uma avaliação médica completa com um neurologista se você ou alguém que conhece apresentar esses sinais. O diagnóstico precoce é crucial para um melhor gerenciamento de doenças.

Por que é importante reconhecer esses sintomas?

Reconhecer os primeiros sintomas de Alzheimer é essencial para buscar ajuda médica e iniciar intervenções que podem melhorar a qualidade de vida do paciente. Embora esses sinais não sejam exclusivos da Alzheimer, eles indicam uma perda cognitiva que merece atenção e avaliação profissional.

Em suma, estar ciente dos sinais iniciais de Alzheimer pode fazer uma diferença significativa no gerenciamento de doenças. A identificação precoce permite que os pacientes e suas famílias se preparem melhor para desafios futuros e busquem apoio adequado.

Como é o diagnóstico de Alzheimer?

O diagnóstico de Alzheimer é um processo complexo e geralmente envolve um Avaliação médica completaComo não há um único exame capaz de confirmá -lo. É feito principalmente por exclusãoOu seja, descarte outras condições que podem causar sintomas semelhantes.

O processo de diagnóstico geralmente inclui:

  1. História clínica e entrevista:
    • O médico fala em detalhes com o paciente e sua família ou cuidadores sobre os sintomas observados, a evolução da perda de memória e outras mudanças cognitivas e comportamentais. É importante saber quando os sintomas começaram e como as atividades diárias afetam.
    • Informações sobre o histórico familiar de demência também são relevantes.
  2. Exame físico e neurológico:
    • Avaliação geral de saúde do paciente.
    • O exame neurológico busca sinais que podem indicar outros distúrbios cerebrais, como problemas reflexos, coordenação ou sensibilidade.
  3. Testes cognitivos e neuropsicológicos:
    • Os testes se aplicam para avaliar a memória, a capacidade de raciocínio, a linguagem, a atenção, a capacidade de resolver problemas e outras funções cognitivas.
    • Exemplos comuns incluem Mini Exame de Estado Mental (MMS) e teste de design de relógios. Avaliações neuropsicológicas mais completas podem ser solicitadas para uma análise mais profunda.
  4. Testes de laboratório (testes de sangue e urina):
    • Esses testes são cruciais para excluir outras causas reversíveis de sintomas cognitivos, como deficiências de vitaminas (especialmente B12), problemas da tireóide, infecções, desequilíbrios metabólicos ou efeitos colaterais dos medicamentos.
  5. Testes de imagem cerebral:
    • Tomografia computadorizada (TC) ou ressonância magnética cerebral (RM): Estes são exames obrigatórios. O principal objetivo é descartar outras condições que podem causar sintomas semelhantes, como tumores cerebrais, derrame ou hidrocefalia. A RM pode mostrar atrofia cerebral, comum no Alzheimer, especialmente no hipocampo.
    • Tomografia por emissão de Positrons (PET Scan): Pode ser usado para avaliar o metabolismo cerebral (FDG-PET), identificar áreas com menor consumo de glicose (indicativo de neurodegeneração) ou para detectar o acúmulo de placas amilóides (amilóide de estimação) e tau tau no cérebro, que são características da doença de Alzheimer.
  6. Punção lombar (análise do líquido cefalorraquidiano – LCR):
    • Em alguns casos, a análise do LCR pode ser realizada para identificar biomarcadores específicos de Alzheimer, como a proteína beta-amilóide reduzida 42 e o aumento da proteína Tau total e fosforilada.

Pontos importantes:

  • Diagnóstico precoce: É essencial permitir o alívio dos sintomas e o atraso da progressão da doença.
  • Não há cura: Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva e atualmente não tem cura. O tratamento visa controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
  • Sintomas iniciais: Os primeiros sinais geralmente incluem perda de memória para eventos recentes, repetição de perguntas, dificuldade após conversas complexas, resolução de problemas e desorientação.
  • Especialistas: O diagnóstico geralmente é realizado por neurologistas, geriatras ou psiquiatras com experiência em demência.

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