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EUA autorizam evacuação da embaixada dos EUA em Israel, pedem saída imediata de funcionários diante de risco de ataque ao Irã e chegada do USS Gerald R. Ford

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Departamento de Estado autoriza saída de funcionários não essenciais e familiares, alerta que situação em Tel Aviv e Jerusalém é imprevisível, e embaixador recomenda saída imediata

O Departamento de Estado dos EUA autorizou a evacuação da embaixada dos EUA em Israel, permitindo que funcionários não essenciais e seus familiares deixem o país com agilidade diante de riscos crescentes na região.

O aviso segue um aumento de tensões ligado às negociações com o Irã e à movimentação de ativos militares americanos na costa de Israel, que elevaram o nível de alerta entre autoridades e diplomatas.

O anúncio e recomendações internas à missão vêm em meio a mensagens do embaixador dos EUA em Israel orientando saída imediata para quem desejar, e a operação naval americana próxima à costa israelense é vista como parte de uma preparação para um possível ataque ao Irã, conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo.

Aviso oficial do Departamento de Estado

Segundo comunicado, “Em 27 de fevereiro de 2026, o Departamento de Estado autorizou a saída de funcionários não essenciais do governo dos EUA e de seus familiares da Missão dos EUA em Israel devido a riscos de segurança”, informou a pasta.

O texto do Departamento de Estado acrescenta que a situação de segurança em Israel, incluindo Tel Aviv e Jerusalém, “é imprevisível”, e lembra os cidadãos dos EUA de “permanecer vigilantes e tomar medidas apropriadas para aumentar sua consciência de segurança, pois incidentes, incluindo disparos de morteiros e foguetes, incursões de drones e mísseis, podem ocorrer sem aviso prévio”.

Alerta do embaixador e comunicação interna

O embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, enviou uma mensagem por e-mail aos funcionários da missão diplomática alertando que, se desejam deixar o país, devem fazê-lo “imediatamente”, diante do possível início de um conflito na região.

Segundo reportagem do jornal The New York Times, divulgada na cobertura, a comunicação interna e as chamadas com o Departamento de Estado reforçaram que a segurança do pessoal da embaixada era prioridade nas avaliações feitas durante a noite.

Presença militar e cenário estratégico

A decisão coincide com a chegada do porta-aviões americano USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, à costa israelense, em um destacamento dos EUA no Oriente Médio, com a finalidade de responder a um possível ataque ao Irã.

Fontes citadas pela matéria relatam que a combinação entre movimentações diplomáticas em Genebra, reuniões de alto nível e o reforço naval americano aumentou a percepção de que uma ação militar pode ocorrer a qualquer momento.

O que muda para civis e diplomatas

Com a autorização para saída rápida, funcionários não essenciais da missão e familiares podem usar canais consulares e lacunas de voos comerciais para deixar Israel, enquanto o pessoal essencial permanece trabalhando com alertas e protocolos de segurança reforçados.

A recomendação para a população americana no país é atualizar planos de contingência, registrar-se no sistema consular, e seguir orientações locais de segurança, já que, segundo o comunicado, incidentes podem ocorrer sem aviso prévio.

As informações usadas nesta reportagem foram baseadas em comunicado do Departamento de Estado, no e-mail do embaixador divulgado pelo The New York Times, e na cobertura publicada pela Gazeta do Povo.

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