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Fachin pede que Executivo e Legislativo indiquem nomes para comissão que defina regime de transição dos penduricalhos, prazo de 30 dias para proposta

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Edson Fachin solicitou que governo e Congresso indiquem representantes para comissão técnica que proponha regime de transição para os penduricalhos, com proposta em até 30 dias

O Supremo Tribunal Federal abriu um canal formal para negociar a redução das chamadas verbas indenizatórias, conhecidas como penduricalhos, que elevam salários acima do teto constitucional.

A iniciativa prevê a formação de uma comissão técnica com representantes dos três poderes, para elaborar um regime de transição e minimizar impactos imediatos.

O pedido foi encaminhado por ofícios às autoridades responsáveis, conforme informação divulgada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O que foi solicitado e o prazo para a proposta

Segundo a nota do STF, a comissão apresentará, em até 30 dias, proposta de regime de transição para o pagamento das verbas, tarefa que deverá compatibilizar decisões judiciais recentes com a necessidade de ajuste orçamentário.

O objetivo é dar segurança jurídica e administrativa enquanto se define uma solução definitiva para as verbas classificadas como indenizatórias, os chamados penduricalhos.

Para quem os ofícios foram enviados

O pedido foi formalizado por meio de ofícios encaminhados ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ao ministro da Casa Civil, Rui Costa, à titular da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck e aos presidentes do Senado Federal, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, segundo o comunicado do STF.

A expectativa é que Executivo e Legislativo indiquem rapidamente nomes técnicos para integrar o grupo, permitindo que a comissão inicie trabalhos e cumpra o prazo estabelecido.

Representantes do Judiciário e contexto das decisões

Conforme indicação da presidência do Supremo, os representantes do Judiciário serão o secretário-geral do STF, Roberto Dalledone Machado Filho, e a secretária-geral do Conselho Nacional de Justiça, Clara Motta.

A formação da comissão decorre de decisões de ministros que suspenderam o pagamento de verbas classificadas como indenizatórias, entre elas medidas tomadas por Gilmar Mendes e por Flávio Dino, que resultaram na necessidade de disciplinar o pagamento dos penduricalhos.

Com o grupo técnico em funcionamento, o STF espera apresentar uma orientação de transição clara em até 30 dias, conciliando determinações judiciais e a realidade orçamentária dos entes públicos.

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