Condenado a oito anos e dez meses de prisão pela participação em um esquema de corrupção em BR Distribuidora, um dos casos investigados pela operação de lava-jato, a colora foi presa no aeroporto de MacEió na última quinta-feira, após a decisão de Moraes.
Desde então, o ex -presidente está reclinado em uma célula especial na prisão de Balomero Cavalcanti de Oliveira, na capital de Aagagoas.
Segundo o ministro, a defesa de Collor alegou recentemente durante a platéia a necessidade de conceder prisão humanitária, devido à idade e à condição de saúde do ex -presidente. Além de ter 75 anos, o político apresentaria “comorbidades sérias”, como a doença de Parkinson, apneia grave do sono e transtorno afetivo bipolar.
“Apresentação dos documentos de suporte necessários das acusações contidas no EDOC 631, incluindo registros médicos e histórico médico, bem como os exames anteriormente realizados, dentro de 48 (quarenta e oito) horas”, diz um trecho da ordem de inadimplência.
A defesa também enviou uma solicitação para ouvir o Doutor of Collor, Rogél Tuma. No entanto, o pedido será revisado pelo ministro somente após a apresentação dos documentos.