Anamaria Camargo Alerta: Método Paulo Freire Transformado em Ferramenta para Doutrinação “Woke” nas Escolas Brasileiras
A educação no Brasil enfrenta um debate acalorado com as revelações do livro “Escola Woke: Como o Método Paulo Freire foi retrofitado para os dias de hoje”, de Anamaria Camargo. A autora argumenta que o renomado **método Paulo Freire** foi adaptado para servir a propósitos ideológicos, aliciando estudantes para o que ela descreve como a “seita woke”. A obra aponta que essa influência restringe a liberdade dos pais na educação de seus filhos, tanto em escolas públicas quanto privadas.
Camargo destaca que a linguagem “woke”, com termos como diversidade, inclusão e sustentabilidade, teve seus significados distorcidos e agora permeia documentos oficiais e currículos educacionais. Essa **linguagem woke**, segundo a autora, é sutil, mas poderosa, e tem sido utilizada para moldar a visão de mundo de crianças e adolescentes sem que muitos percebam.
O livro sugere que, embora muitos educadores possam não ter a intenção de manipular, a formação docente e os materiais didáticos acabam por disseminar uma visão de mundo específica. A autora ressalta a necessidade de pais e mães questionarem abordagens pedagógicas que misturam disciplinas acadêmicas com pautas ideológicas, como racismo e outras questões sociais sob a ótica “woke”.
O “Wokismo”: Uma Doutrina Totalitária em Disfarce?
Segundo Anamaria Camargo, o **wokismo** é definido como uma **seita totalitária, coletivista e fundamentalista**. Apesar da defesa da laicidade no ensino estatal, essa doutrina estaria presente em diversas escolas brasileiras. A autora critica a imposição do proselitismo e dos ensinamentos de uma doutrina que, em sua visão, refuta valores judaico-cristãos e a epistemologia ocidental, baseada na racionalidade e lógica.
A disseminação ocorre através da formação de professores, documentos curriculares, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a obrigatoriedade da frequência escolar. Essa imposição, de acordo com o livro, é um **poderoso entrave à liberdade de escolha educacional**, impedindo pais de garantirem um ensino robusto e de transmitir seus próprios valores.
A Adaptação do Método Paulo Freire para o “Wokismo”
O livro argumenta que o **método Paulo Freire** foi **”retrofitado”** para os dias atuais, servindo como base para o **aliciamento de crianças e adolescentes para a seita woke**. Camargo sugere que, embora o wokismo possa não ter surgido unicamente de Paulo Freire, sua influência tornou o movimento **”muito menos nefasto”**.
A autora descreve o wokismo como a crença de que todas as relações sociais são moldadas por grupos que buscam manter sistemas de poder em detrimento de grupos oprimidos. Essa perspectiva, focada em **identidades e “posicionalidade”**, leva à ideia de que a sociedade deve ser transformada em nome da “justiça social”, combatendo ideologias como a supremacia branca e o patriarcado.
A “Escola Woke” e a Missão de Formar Ativistas
A **Escola Woke**, conforme detalhado por Camargo, teria como missão fundamental **”de(s)formar”** crianças e jovens, transformando-os em ativistas e aliados. Essa visão contrasta com a busca por um ensino baseado na racionalidade científica e na profundidade estética da arte e da literatura.
A autora enfatiza que pais e mães precisam **identificar a linguagem e as práticas da Escola Woke** para poderem reagir. A intenção é capacitar os cidadãos a discernir as verdadeiras intenções por trás dos documentos educacionais e das propostas de “especialistas” em educação, combatendo a **hegemonia woke** imposta pelo Estado nas escolas brasileiras.