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PF determina retorno de Eduardo Bolsonaro ao posto no Rio após perda do mandato por faltas, ordem no DOU exige reintegração do escrivão e avisa sobre punições

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PF publica no DOU ordem para que Eduardo Bolsonaro retorne ao posto no Rio, diretor de gestão de pessoas reconhece perda do mandato e determina retorno imediato, sob pena de punições

A Polícia Federal publicou no Diário Oficial da União desta sexta-feira (2) uma ordem para que Eduardo Bolsonaro retorne ao seu posto de trabalho, no Rio de Janeiro.

O ex-deputado é escrivão desde 2010 e está há 10 anos afastado da PF para o exercício do mandato parlamentar, e foi cassado por faltas.

Na publicação no DOU, o diretor de gestão de pessoas da PF reconhece a perda do mandato e determina o retorno de Eduardo às suas funções, sob pena de receber as punições administrativas e disciplinares cabíveis, conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo.

O que motivou a ordem

A determinação da PF decorre da perda do mandato pelo parlamentar, que culminou com a publicação da ordem no DOU exigindo o retorno às atividades funcionais no Rio de Janeiro.

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados cassou o mandato de Eduardo Bolsonaro junto ao de Alexandre Ramagem (PL-RJ), segundo a matéria original.

Situação funcional e administrativas

Segundo informações da publicação, Eduardo Bolsonaro ocupa o cargo de escrivão desde 2010, e esteve afastado por aproximadamente 10 anos para exercer o mandato parlamentar.

A publicação deixa claro que a PF pode aplicar punições administrativas e disciplinares caso o retorno não ocorra, reforçando a exigência de reintegração imediata ao quadro funcional.

Contexto político e desdobramentos

Bolsonaro está nos EUA desde fevereiro de 2025 e teve seu mandato cassado pela Câmara dos Deputados no dia 18 de dezemebro, conforme a reportagem original, e a Câmara também invalidou o passaporte diplomático de Eduardo após a perda do mandato, o que fez com que ele anunciasse a tentativa de obter um passaporte apátrida.

No caso de Alexandre Ramagem, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), cumpriu uma ordem do STF, e a movimentação sobre os mandatos reflete decisões distintas adotadas pela Câmara e pela Justiça.

O despacho da PF e a publicação no DOU podem acelerar o retorno de Eduardo Bolsonaro ao serviço ativo e abrir caminho para medidas administrativas, enquanto o caso segue com possíveis recursos e desdobramentos políticos.

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