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Pix e fake news: vídeo de Nikolas Ferreira provoca ofensiva da esquerda, ministros e deputados anunciam ações e a Receita emite desmentido oficial

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Repercussão cresce após vídeo de Nikolas sobre Instrução Normativa da Receita, líderes da esquerda acusam propagação de ‘fake news’ e anunciam ações na Justiça

Um vídeo publicado por Nikolas Ferreira, deputado federal pelo PL-MG, voltou a provocar forte reação de ministros, deputados da base de esquerda e lideranças políticas, após afirmações sobre mudanças em regras de transações envolvendo o Pix. No material, o parlamentar sugere que a Instrução Normativa nº 2.278 abriria espaço para maior controle das transações pelo governo.

Organizações e políticos apontaram que as informações do vídeo seriam enganosas e que favorecem narrativas que podem beneficiar o crime organizado, segundo manifestações públicas de opositores. O episódio gerou denúncias ao Ministério Público e pedidos de providência na Advocacia-Geral da União.

As declarações e as reações políticas sobre o caso foram reunidas em reportagens e posicionamentos públicos, conforme informações divulgadas pela Gazeta do Povo.

Reações da esquerda e ações anunciadas

Érika Hilton, do PSOL-SP, liderou a mobilização contra o vídeo, acusando Nikolas de espalhar informações falsas. Em publicação no X, ela afirmou, “Estou denunciando o deputado Nikolas Ferreira ao Ministério Público Federal por, novamente, espalhar mentiras sobre o Pix para causar pânico, ao mesmo tempo que cria uma narrativa que beneficia o crime organizado”.

O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, também criticou o conteúdo divulgado por Nikolas, escrevendo no X, “Não existe, nunca existiu e não está sendo criada nenhuma tributação sobre o Pix. Isso é fake news do Nikolas”.

Rogério Correia, vice-líder do governo na Câmara, informou que ingressou com representação na Advocacia-Geral da União e questionou publicamente, “A quem interessa a propagação de fake news?”, ao comunicar a medida.

Posicionamento de ministros e o desmentido da Receita Federal

Ministros repercutiram o caso em entrevistas e redes sociais. Fernando Haddad afirmou que a ideia de taxar o Pix teria origem em gestões anteriores, e que a direita “tentou jogar no colo” do atual governo essa proposta, segundo fala registrada em coletiva. Guilherme Boulos também criticou o deputado, dizendo que Nikolas repete narrativas antigas.

Em nota oficial, a Receita Federal afirmou que “não há possibilidade de tributar o Pix nem fiscalização das movimentações financeiras com esse objetivo”. O órgão acrescentou que a instrução normativa em análise não trata de taxação nem de monitoramento de transações financeiras, e que a norma apenas ampliaria obrigações de transparência a fintechs e instituições de pagamento, iguais às aplicadas a bancos tradicionais.

Resposta de Nikolas Ferreira e próximos passos

Nikolas Ferreira publicou um artigo na Gazeta do Povo em que critica as tentativas de censura, escrevendo, “A verdade, ao contrário do que a esquerda imagina, não pode ser combatida, nem mesmo mobilizando toda a base contra mim. Querer me censurar apenas reitera o desespero de quem não refuta uma frase, não enfrenta um argumento e não corrige um dado. Me calar virou a única arma dos incapazes”.

Com as acusações públicas e o desmentido da Receita, o caso deve seguir com pedidos de investigação e possíveis ações judiciais. A controvérsia reforça o debate sobre desinformação envolvendo o Pix, transparência nas regras financeiras e o papel das redes sociais na circulação de notícias, enquanto autoridades e parlamentares buscam respostas formais.

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