HomeBlogSenado aprova aumento da taxação de bets e fintechs

Senado aprova aumento da taxação de bets e fintechs

Data:

Posts Relacionados

“`json
{
"title": "Senado Aprovam Aumento da Taxação de Bets e Fintechs: Receita de R$ 18 Bilhões em 3 Anos e Novo Programa para Baixa Renda",
"subtitle": "Projeto que eleva a tributação de bets e fintechs avança no Senado e segue para a Câmara dos Deputados, com estimativa de R$ 18 bilhões em receitas e um programa de regularização de dívidas para trabalhadores de baixa renda.",
"content_html": "<h2>Senado aprova aumento na taxação de bets e fintechs, visando R$ 18 bilhões em receitas e novo programa para baixa renda</h2>nn<p>A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado deu um passo importante na terça-feira (2) ao aprovar um projeto que visa aumentar a taxação sobre empresas de apostas online (bets) e fintechs. A medida, considerada crucial pelo governo para equilibrar as contas públicas em 2026, também institui um programa de regularização de dívidas para trabalhadores de baixa renda.</p>nn<p>O texto, aprovado por 21 votos a 1, agora segue para análise da Câmara dos Deputados. A expectativa é que a proposta gere uma receita significativa para os cofres públicos nos próximos anos, além de oferecer um alívio para a população de menor renda. Conforme divulgado pelo Senado, a proposta busca compensar perdas de receita estaduais e municipais.</p>nn<p>A proposta de aumento da taxação de bets e fintechs, que agora aguarda aprovação na Câmara, representa um movimento estratégico do governo para **aumentar a arrecadação fiscal** e ao mesmo tempo **criar mecanismos de apoio a cidadãos em situação de vulnerabilidade econômica**. A iniciativa busca um equilíbrio entre a necessidade de recursos para o Estado e a preocupação com o bem-estar social.</p>nn<h3>Aumento da Tributação para Bets e Fintechs Detalhado</h3>nn<p>O projeto prevê um aumento gradual na Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) para fintechs. A alíquota passará de 9% para 12% até 2027, alcançando 15% em 2028. Já instituições de capitalização e crédito terão uma alíquota de 17,5% até 2027, subindo para 20% em 2028. É importante notar que **bancos tradicionais e cooperativas não serão impactados** por essa nova tributação.</p>nn<p>Para as empresas de apostas online (bets), a taxação também será elevada. Atualmente em 12%, a alíquota subirá para 15% em 2026 e 2027, e posteriormente para 18% a partir de 2028. Essa mudança busca **equiparar a tributação** e gerar uma nova fonte de receita para o governo federal.</p>nn<h3>Estimativa de Receita e Destinação dos Recursos</h3>nn<p>O governo estima que a proposta pode gerar uma arrecadação de **R$ 18 bilhões em três anos**. Desse montante, R$ 5 bilhões são esperados para 2026, e R$ 13 bilhões para o período entre 2027 e 2028. Uma parte significativa desses recursos será destinada a compensar estados e municípios pela perda de receita decorrente da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.</p>nn<p>Essa nova fonte de arrecadação é vista como essencial para o cumprimento das metas fiscais, embora o governo reconheça que o valor ainda pode ser insuficiente para cobrir o déficit orçamentário previsto para 2026. O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já minimizou o impacto das medidas, afirmando que o ajuste necessário nas contas seria "pequeno" caso não houvesse novas receitas.</p>nn<h3>Programa de Regularização Tributária para Baixa Renda</h3>nn<p>Além do aumento da taxação, o projeto de lei cria o **Pert Baixa Renda**, um Programa de Regularização Tributária voltado especificamente para pessoas físicas de baixa renda. Contribuintes que recebem até R$ 7.350 mensais poderão se beneficiar de descontos proporcionais à sua faixa salarial, facilitando a quitação de débitos tributários.</p>nn<p>Essa iniciativa demonstra um esforço do governo em **conciliar a necessidade de arrecadação com políticas de inclusão social e econômica**, buscando oferecer uma oportunidade para que trabalhadores de menor renda possam regularizar sua situação fiscal sem comprometer excessivamente o orçamento familiar.</p>nn<h3>Articulação Política e Debates no Senado</h3>nn<p>A articulação do texto coube aos senadores Renan Calheiros (MDB-AL), autor do projeto, e Eduardo Braga (MDB-AM), relator da matéria. A sessão de aprovação, no entanto, foi marcada por um **desentendimento entre Braga e o líder do governo, Jaques Wagner (PT-BA)**. A divergência ocorreu devido a um suposto descumprimento de acordo por parte do Ministério da Fazenda em relação à isenção de dividendos.</p>nn<p>Eduardo Braga expressou sua indignação, afirmando que honraria os acordos firmados, mas que a condução da questão dos dividendos não havia sido como o combinado. Após a manifestação, Jaques Wagner pediu desculpas e solicitou a retirada do trecho polêmico do parecer final, demonstrando a complexidade das negociações políticas envolvidas na aprovação de medidas fiscais relevantes.</p>"
}
“`

Recentes

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here

O Informativo Brasil
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.