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Trump Defende Secretário de Guerra Pete Hegseth Após Acusações de Ataque a Sobreviventes no Caribe

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Trump defende Secretário de Guerra Pete Hegseth em meio a polêmica de ataque a sobreviventes no Caribe, mas promete investigação.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou confiança no Secretário de Guerra, Pete Hegseth, após alegações de que uma ordem para “matar todos” teria sido dada durante um ataque a uma embarcação no Caribe. Apesar de acreditar na versão de Hegseth, Trump afirmou que o incidente será alvo de investigação.

A polêmica surgiu após uma reportagem do The Washington Post, que detalhou um incidente em 2 de setembro. Na ocasião, durante a primeira operação militar americana contra o narcotráfico na região, dois ocupantes de uma embarcação supostamente teriam sobrevivido ao ataque inicial e ficado agarrados aos destroços.

Segundo o jornal, que cita duas fontes com conhecimento direto da operação, um segundo bombardeio teria sido ordenado para eliminar os sobreviventes, seguindo uma normativa de Hegseth. “A ordem era matar todos”, teria dito uma das fontes citadas pelo Post. Conforme informações do site Axios, Trump declarou a jornalistas que, embora acredite em Hegseth, o caso será “investigado”.

Hegseth Nega Ordem e Critica Reportagem

Em resposta às acusações, Pete Hegseth utilizou a plataforma X (antigo Twitter) para classificar a reportagem do The Washington Post como “informações fabricadas, inflamatórias e depreciativas”. Ele defendeu veementemente os militares envolvidos nas operações.

“Nossas operações atuais no Caribe são legais, tanto sob a lei dos EUA quanto sob a lei internacional, com todas as ações em conformidade com o direito dos conflitos armados”, afirmou Hegseth, garantindo que as ações foram aprovadas por advogados militares e civis em todos os níveis da cadeia de comando.

Oposição Pede Investigação no Congresso

A oposição a Trump já sinalizou a intenção de investigar o caso no Congresso americano. O senador Angus King, independente que vota com os democratas e membro da Comissão de Forças Armadas do Senado, classificou o suposto ataque a sobreviventes como um “crime de guerra a sangue frio” e “assassinato”, caso os fatos sejam comprovados.

“A verdadeira questão é: quem deu quais ordens? Quando foram dadas? E é isso que vamos descobrir no Congresso”, declarou King à CNN, indicando que o foco será determinar as responsabilidades e a cadeia de comando.

Operações Antidrogas no Caribe e Pacífico

A operação militar americana contra o narcotráfico no Mar do Caribe e no Oceano Pacífico tem sido intensa. Até o momento, foram realizados 21 ataques a 22 embarcações, resultando em 83 mortes de pessoas supostamente ligadas ao tráfico de drogas. O incidente em questão levanta sérias questões sobre os procedimentos e a ética nas ações militares.

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