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Venezuela liberta primeiros cidadãos americanos desde queda de Maduro, quatro presos soltos, ONGs contestam números e governo diz ter liberado centenas

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Quatro americanos foram liberados, segundo a CNN, em meio a anúncio de ‘um número significativo’ de solturas pelo governo, enquanto organizações apontam divergência nos dados

A Venezuela libertou pelo menos quatro cidadãos americanos que estavam presos no país, informou a emissora CNN nesta terça-feira, 13.

A soltura ocorre após declarações do presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, de que “um número significativo” de presos políticos seria colocado em liberdade, afirmação que gerou expectativa e ceticismo.

As informações sobre as libertações e os números envolvidos, porém, divergem entre autoridades e entidades independentes, conforme informação divulgada pela CNN.

Quem foram os libertados e situação dos americanos detidos

De acordo com a apuração da CNN, ao menos quatro cidadãos americanos foram soltos pelo regime chavista, trata-se da primeira confirmação de libertações de americanos desde o anúncio recente do governo.

Fontes estimavam que ao menos cinco americanos haviam sido detidos na Venezuela nos últimos meses, e as novas solturas apontam para um movimento do governo em relação a detidos estrangeiros.

Dados oficiais e versões de ONGs

Segundo o site Efecto Cocuyo, Jorge Rodríguez afirmou que “mais de 400 pessoas foram libertadas desde dezembro pelo regime chavista, das quais 116 teriam sido liberadas nos últimos dias”.

Organizações independentes contestam esses números, a ONG Foro Penal confirmou até esta terça-feira apenas 56 libertações, enquanto a Plataforma Unitária Democrática, bloco da oposição, relatou somente 76.

Antes destas solturas, a Venezuela tinha 806 presos políticos, segundo a Foro Penal, o que acende dúvidas sobre a amplitude e a veracidade das liberações anunciadas.

Reação da oposição

A líder opositora María Corina Machado e Edmundo González, indicado pela oposição como vencedor da eleição de 2024, afirmaram que a libertação “em massa” de presos políticos prometida não está ocorrendo como anunciado.

A declaração de María Corina Machado e de Edmundo González ressalta a pressão política sobre o governo e a cobrança por transparência nos procedimentos de soltura.

Contexto e próximos desdobramentos

Além de venezuelanos, já haviam sido confirmadas libertações de cidadãos espanhóis e italianos desde o anúncio do governo, e a liberação de americanos amplia a dimensão internacional do episódio.

Analistas e organizações de direitos humanos acompanham os casos para verificar as condições das libertações e se elas representam uma mudança substancial na política do regime, ou ações pontuais com finalidade política.

Fontes citadas: CNN, Efecto Cocuyo, Agência EFE, Foro Penal, Plataforma Unitária Democrática.

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